sexta-feira, 5 de julho de 2019
11º Encontro Nacional de Fé e Política
"Democracia,
Políticas Públicas e Alternativas Sociais: Sinais dos Tempos na Construção
do Bem Viver".
A cidade de Natal (RN) sediará o 11º
Encontro Nacional do Movimento de Fé e Política entre os dias 12-14 de julho de
2019, no INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO-IFRN, CAMPUS CENTRAL. O encontro vai
reunir pessoas de todo país para refletir o tema “DEMOCRACIA, POLÍTICAS
PÚBLICAS E ALTENATIVAS SOCIAS: SINAIS DOS TEMPOS NA CONSTRUÇÃO DO BEM VIVER”.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Seminário Nacional discute mídia, democracia e direitos humanos
O grupo Epistemologias e Práticas Emergentes e Transformadoras em Comunicação, Mídias e Cultura - ECOMSUL, do Departamento de Comunicação Social da UFRN, promove o I Seminário Nacional de Observatórios de Mídia, Democracia e Direitos Humanos, no dia 28 de novembro, às 13h, no auditório 1 do Labcom.
O objetivo do evento de extensão é promover a primeira mostra de mídias e direitos humanos do Decom, apresentar o resultado do MOM (media ownership monitor, realizado pelo coletivo Intervozes e Repórteres Sem-Fronteira) e lançar o Amaru (observatório latino americano de comunicação, mídias e direitos humanos), além de mostrar as experiências dos observatórios de mídia das universidades de Pernambuco e Espírito Santo, para promover parceria entre a UFRN, UFPE e UFES e seus observatórios midiáticos.
As inscrições são gratuitas e feitas através do sigaa até o dia 27 de novembro. O público externo também pode se inscrever pelo sistema sigaa. Para mais informações, entrar em contato com aline.lucena@gmail.com ou danielmeirinho@hotmail.com.
O objetivo do evento de extensão é promover a primeira mostra de mídias e direitos humanos do Decom, apresentar o resultado do MOM (media ownership monitor, realizado pelo coletivo Intervozes e Repórteres Sem-Fronteira) e lançar o Amaru (observatório latino americano de comunicação, mídias e direitos humanos), além de mostrar as experiências dos observatórios de mídia das universidades de Pernambuco e Espírito Santo, para promover parceria entre a UFRN, UFPE e UFES e seus observatórios midiáticos.
As inscrições são gratuitas e feitas através do sigaa até o dia 27 de novembro. O público externo também pode se inscrever pelo sistema sigaa. Para mais informações, entrar em contato com aline.lucena@gmail.com ou danielmeirinho@hotmail.com.
sábado, 22 de abril de 2017
Reforma Trabalhista destroi a CLT
Temer quer o trabalhador brasileiro entre os mais pobres e
explorados do mundo
Para quem não acreditava que o golpe foi contra os trabalhadores
e contra o Brasil, o projeto de reforma trabalhista não deixa dúvida. O
objetivo desta reforma é promover uma completa flexibilização do mercado de
trabalho, acabando com direitos que hoje estão garantidos em lei e que foram
conquistados à custa de muitas lutas.
O projeto de lei propõe, de uma só vez:
- trocar o emprego “fixo”pelo “bico”,
- impedir os trabalhadores de recorrerem à Justiça do Trabalho
- e enfraquecer e matar os sindicatos.
A intenção é eliminar o emprego formal com registro em carteira,
substituindo-o por contrato precário, por prazo determinado, sem
benefícios, jornadas de trabalho maiores do que 44 horas semanais, sem direito
a hora extra, sem férias e sem descanso semanal remunerado.
Em algum tempo, os postos de trabalho atuais serão substituídos
por vagas de emprego precário, terceirizado, temporário e em tempo parcial, com
baixos salários e direitos reduzidos. Serão substituídos também por contratos
de trabalho intermitente, sem jornada definida, no qual o trabalhador recebe
apenas o pagamento pelas horas trabalhadas, sem saber quando e por quanto tempo
vai trabalhar, nem quanto vai receber no final do mês. O empregado fica a
maior parte do seu tempo à disposição do patrão, mas só recebe pelas horas
efetivamente trabalhadas.
Se essa reforma de trabalho servil for aprovada, o povo
brasileiro ficará sujeito às piores condições de trabalho, com baixos salários
e sem benefícios, completamente exposto a exploração dos patrões e a uma vida de
instabilidade e insegurança.
Essa é a cara do trabalho no Brasil, que o governo Temer e o
Congresso querem impor aos trabalhadores e à sociedade. Esse será o triste
futuro dos nossos filhos e netos num país de enorme desigualdade social e sem
sindicatos para defendê-los.
Por isso que o Brasil está se mobilizando para a Greve Geral no
dia 28 de abril
Vagner Freitas Presidente da CUT
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