terça-feira, 8 de setembro de 2009

Hitler, Stalin e Hussein = vírus HIV

A campanha de prevenção a Aids, criada pela agência alemã Regenbogen, com o conceito ´´A Aids é um assassino em massa´´ está provocando a maior polêmica graças ao uso de imagens de Adolf Hitler, Josef Stalin e Saddam Hussein nas peças publicitárias.
Os personagens foram escolhidos por serem os assassinos em massa mais famosos da história recente e servirem como metáforas para a letalidade do vírus HIV e a falta de prevenção ao sexo.
A campanha, que já está sendo veiculada na Alemanha, inclui o vídeo de 45 segundos – que só pode ser exibido por emissoras de TV e cinemas a partir das 21h – e pôsteres nos quais Saddam Hussein e Josef Stalin também aparecem em cenas de sexo com mulheres. A ideia da agência era mostrar que a doença dizima tanto quanto os ditadores o fizeram. Todos os anúncios trazem o seguinte slogan: Aids é uma assassina de massas.
Organizações que representam portadores do vírus HIV na Europa criticaram o trabalho, alegando que só faz aumentar o estigma das vítimas da doença. Eles também reclamam que os anúncios não trazem dicas de prevenção, como o uso de camisinha em relações sexuais. A agência de publicidade rebateu as críticas:
“Se faz as pessoas acordarem para os perigos do sexo sem proteção, cumprimos nossa missão” disse Dirk Silz, diretor de criação da campanha.

Até 2050, 30% dos brasileiros terão 60 anos ou mais

Em 2040, o Brasil terá 55 milhões de pessoas consideradas da "melhor idade", expressão sem o mínimo de verdade. Porque se, para uns poucos, o avançar dos anos dá mais de tempo para as coisas que antes não podiam fazer, para todos, o corpo traz problemas de saúde.Apesar de eu também não acreditar no número - alguém explica como se chegou a ele? -, dizem que seremos 55.555.895 brasileiros (27% do total) com mais de 60 anos, 13 milhões deles acima dos 80.Mas é o que está no livro "Envelhecimento e Dependência: Desafios para a Organização da Proteção Social", trabalho de quatro pesquisadoras do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) numa série de estudos do Ministério da Previdência.
Um em cada quatro serão idosos
Tem crescido de modo geral o segmento dos com 60 anos, com destaque para os com 80 anos ou mais. Projeções da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), da Organização das Nações Unidas (ONU), indicam que os idosos, que representavam 7,9% da população total em 2000, passarão a 22,6% em 2050, quando uma de cada quatro pessoas na região estará nessa faixa de idade.No Brasil, o número de idosos subiu 100% entre 1950 e 2000. As estimativas apontam para um aumento significativo nas próximas décadas, chegando-se em 2050 a cerca de 30% da população. O crescimento do total daqueles acima de 80 anos é ainda mais expressivo. Entre 1950 e 1980, eles representavam em torno de 0,5%. Em 2000, passaram a 1% e em 2050 deverão ser 6% dos brasileiros.
Benefícios e serviços oferecidosNa Alemanha, há benefícios em dinheiro para os mais idosos, com valores-padrão dependendo da necessidade. Os cuidados em casa são apoio para as atividades básicas de cuidado pessoal (levantar-se da cama, vestir-se, tomar banho) e para a limpeza, a preparação de alimentos etc. Fora de casa há cuidados de longo e médio prazo - e até um dia em centros adequados.No Japão, em casa, destacam-se o auxílio no banho, cuidados de enfermagem, reabilitação, visita de médicos e dentistas e adaptação da residência às necessidades pessoais. Os fora de casa são como na Alemanha.Na Europa, há inclusive apoio aos cuidadores informais, como familiares, amigos e vizinhos de idosos. Na Alemanha, por exemplo, eles têm seguro de acidentes de trabalho e contribuição para aposentadoria. No Reino Unido, há benefício em dinheiro, além de orientação a respeito das condições de seu próprio trabalho. Outros países dão assistência psicológica e pausas no trabalho, por causa do desgaste físico e emocional. Na Suécia, os familiares cuidadores das pessoas com doenças terminais podem se ausentar do trabalho por 60 dias.No Brasil, 23% das famílias têm pessoas da terceira idade. Pouco mais de 10% dos idosos vivem sós, sendo que 73% vivem em famílias compostas em sua maioria por adultos. Apenas 13% dos brasileiros com 60 anos ou mais vivem em famílias com renda abaixo de um salário mínimo. Do total da renda daqueles nessa faixa etária, 67% vêm de benefícios previdenciários e assistenciais. Este percentual é de 83% no caso dos com mais de 80 anos.O estudo do Ipea cita como nossos principais desafios ampliar o conhecimento sobre a dependência associada ao envelhecimento, com a identificação dos idosos nessa situação e de suas principais necessidades; dar continuidade na ampliação da cobertura dos benefícios monetários; ampliar a oferta de serviços assistenciais e de saúde especializados à pessoa idosa dependente no âmbito da seguridade social; garantir qualidade aos cuidados institucionais prestados aos dependentes; avaliar a atuação das famílias e suas necessidade de apoio no cuidado do dependente, tendo em vista as transformações por que passam e sua grande heterogeneidade socioeconômica; e dar apoio, atenção e garantir acesso à proteção social aos cuidadores informais.
Por Engel Paschoal

Hamas obriga mulheres a vestir véu islâmico nas escolas

Grupos pró-direitos humanos denunciam que o movimento islâmico palestino Hamas está obrigando mulheres a usar o véu (hijab) e os trajes tradicionais (jibab) para ir às escolas. Os ativistas pró-direitos humanos acusam o Hamas de fazer com que meninas de 14 a 18 anos e professoras usem as vestimentas tradicionais, sem que isso tenha sido aprovado por lei, o que provocou muitas críticas dentro e fora da Faixa de Gaza.O porta-voz do Governo do Hamas em Gaza, Taher ao Nunu, no entanto, nega que existam ordens do movimento para que as jovens se vistam de acordo com a lei islâmica.

Professores de 64 municípios já podem financiar compra de computador pela Caixa

Professores das redes pública e privada de qualquer nível de ensino de 64 municípios já podem obter crédito para a compra de computadores portáteis. O financiamento faz parte do Programa Brasileiro de Inclusão Digital do governo federal.Os computadores serão financiados pela Caixa Econômica por meio de três linhas de crédito: consignação em folha, Computador para Todos e Financiamento de Equipamentos de Informática (BCD), com prazos que variam entre 6 e 24 meses e taxas de 1,89% a 2,2% ao mês.A ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) ficará responsável pela operacionalização do programa, disponibilização dos meios para o registro, gestão, rastreabilidade e entrega dos pedidos de soluções de informática para os professores e pela logística de pedido e entrega do equipamento.Entre os 64 municípios que serão contempladas com financiamento da Caixa nesta primeira etapa, estão aqueles que obtiveram maior Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) em cada um dos estados (um em cada unidade da Federação, exceto o Distrito Federal). Também fazem parte desse grupo as cidades que mais se destacaram na pesquisa sobre Redes de Aprendizagem, realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com o Ministério da Educação. A lista dos municípios está disponível no site dos Correios.Os equipamentos que serão financiados possuem valor máximo de venda de R$ 1,4 mil e devem ser escolhidos também pelo site.Os professores poderão financiar a aquisição nas agências da Caixa situadas nos municípios selecionados. Para fazer a avaliação de crédito na agência bancária, o professor deve levar: documento de identidade e CPF, comprovantes de renda e de endereço, declaração da instituição de ensino, contendo o código Inep e código do equipamento escolhido no site.
Kelly Oliveira Repórter da Agência Brasil.

"Não dá para negar que o mercado para os negros é bem mais fechado", diz Taís Araújo


Desde que começou sua carreira, Taís Araújo queria fazer uma novela de Manoel Carlos. Os anos passaram e bons papéis não lhe faltaram. Mas a atriz sonhava com o dia em que o celebrado autor a chamaria para um trabalho. E a espera valeu a pena: no início deste ano, Maneco não só a convidou para sua nova novela, "Viver a Vida", como também para interpretar a Helena, protagonista de sua história. Taís, que estava morando em Paris para estudar francês, não pensou duas vezes. Arrumou as malas e voltou para o Brasil. "Fazer a novela já seria demais. A Helena, então, era um sonho que desejei tanto, esperei tanto... Aceitei na hora. É uma fase tão boa... Se melhorar, estraga", derrete-se.