quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Corrupção: Impunidade é a principal causa da prática ilegal

Quem acompanha o noticiário político do Brasil atual pode pensar que nunca na história houve tanta corrupção e que o problema é típico deste país, senão exclusivo. Não é o caso, como se pode demonstrar a partir de relatórios internacionais sobre o assunto. Também não é verdade que todo político seja corrupto: há exceções.
É muito importante tomar cuidado com as generalizações apressadas, pois elas impedem que se conheça uma questão a fundo. Conhecer é sempre o primeiro passo para a solução de um problema. Portanto, para começar uma reflexão sobre o tema, vale a pena estabelecer o significado preciso do termo corrupção.
Para isso, pode-se recorrer ao primoroso "Dicionário de Política", dos italianos
Norberto Bobbio, Nicola Matteuci e Gianfranco Pasquino, três grandes juristas e filósofos. Em seu verbete sobre corrupção, está escrito:
"Fenômeno pelo qual um funcionário público é levado a agir de modo diverso dos padrões normativos do sistema, favorecendo interesses particulares em troco de recompensa. Corrupto é, portanto, o comportamento ilegal de quem desempenha um papel na estrutura estatal".
Ilegal, mais do que imoral
Antes de prosseguir, alguns esclarecimentos: na categoria "funcionário público" incluem-se os políticos, magistrados e governantes. Em segundo lugar, vale dar destaque à expressão "estrutura estatal": não se está falando da sociedade civil, de empresas privadas, mas da máquina do governo. Finalmente, é importante não perder de vista o caráter "ilegal" da corrupção.
Tratam-se de atos que contrariam a lei e que se incluem na esfera criminal, independentemente da questão moral. Isso talvez explique o fato de que toda aquela retórica sobre
ética na política nunca tenha dado resultados no Brasil, revelando-se um discurso vazio e oportunista, destinado a angariar votos e desviar a atenção da opinião pública.
Pois bem, se corrupção é crime, convém lembrar que as práticas criminosas podem ser tipificadas. Em outras palavras, existem categorias de atos corruptos, das quais as mais comuns são:a) Suborno ou propina, ou seja, a compra de favores de um funcionário público. É o caso de uma cervejinha paga ao guarda para se livrar de uma multa de trânsito, mas pode se manifestar de maneiras mais graves e sutis, como o oferecimento de presentes valiosos para criar uma relação de companheirismo com autoridades. Assim, no momento necessário, pode-se abordar o presenteado, solicitando qualquer tipo de favor.
b) Nepotismo: concessão de empregos ou contratos públicos baseada não em mérito, mas em relações de parentesco. Trata-se de uma prática generalizada - historicamente - no Brasil. Por sinal, vale a pena observar: segundo pesquisa do Ibope em 2006, ela está de tal modo arraigada em nossa cultura, que 69% da população chega a considerá-la "natural" e positiva, pela percepção de que é um dever ajudar os familiares.
c) Peculato, isto é, desvio ou apropriação de recursos públicos. O exemplo clássico, neste caso, pode ser o do superfaturamento em compras ou obras estatais. O dinheiro excedente vai beneficiar os servidores envolvidos no processo, garantindo-lhes o enriquecimento ou a manutenção no poder, por meio do financiamento de suas campanhas eleitorais.
Um exercício proveitoso para o leitor seria encontrar exemplos dos três delitos seja no município ou no Estado onde mora, seja no âmbito nacional. Caso você se entregue a essa tarefa, não vai demorar a perceber que existem duas pontas na prática da corrupção. Elas se evidenciam mais claramente no caso da propina, onde é evidente a existência de uma transação ou troca entre quem corrompe (o corruptor) e quem se deixa corromper (o corrupto).
Os corruptos e os corruptores
Na história recente do país, a corrupção tem sido freqüentemente flagrada e exposta pelas autoridades policiais nos três poderes e alguns corruptos têm ido parar na cadeia, mas o mesmo não ocorre com os corruptores que, na maioria das vezes, conseguem se manter no anonimato.
Quer um exemplo? Tornou-se mais do que conhecido o nome do juiz Nicolau dos Santos Neto - o Lalau - que se beneficiou do superfaturamento nas obras do Tribunal Regional do Trabalho, em São Paulo. No entanto, alguém saberia dizer de imediato de quem era o dinheiro que ele adquiriu com a falcatrua?
Sem punição
Mais do que anônimos, os corruptores conseguem quase sempre escapar impunes. Aliás, a impunidade, com certeza, é uma das causas mais diretas da corrupção. Ter como certo que as possibilidades de responder pelo ato praticado são pequenas é quase um convite ao crime.
As causas da impunidade são muitas e complexas: entre elas, podem-se citar a morosidade da Justiça e a legislação inadequada ou complacente com este tipo de crime. Sem falar na própria corrupção, pois não são raros os casos em que um réu consegue comprar uma sentença que o beneficia e o transforma em inocente.
Além disso, não se pode esquecer o corporativismo, isto é, o fato de uma categoria profissional proteger os membros dessa mesma categoria, caso eles sejam flagrados na prática de um crime.
Em 1994, no escândalo conhecido como o dos anões do Orçamento, de 17 deputados acusados de corrupção, sete foram inocentados pela Câmara.
Contudo, no que se refere à corrupção política, o corporativismo tem tido sua atuação atenuada, na medida em que surgiram organizações não-governamentais que fazem denúncias e acompanham processos, como a
Transparência Internacional e a Transparência Brasil.

Era Bush:Dos atentados terroristas a uma enorme crise inanceira

As eleições norte-americanas de 2008 marcam o fim da "Era Bush" (2001-2009), que começou com o maior ataque terrorista cometido em solo americano e termina com uma crise financeira histórica, comparável, para alguns, com o crack da bolsa de 1929.
Neste período conturbado, nenhum dos presidentes dos
Estados Unidos foi tão odiado ou tão polêmico quanto o presidente George W. Bush, cuja política conservadora agrada uma parte expressiva do eleitorado do país, mas é vista com desagrado por seus opositores.
As intervenções militares no
Oriente Médio, por exemplo, que assumiram em sua gestão um caráter religioso, e a arrogância na condução da política externa, lhe renderam o apelido de "xerife" do mundo ocidental.
Em vida, nenhum outro governante da maior potência econômica e militar do planeta teve a administração retratada em tantos filmes - como o recente "W" de Oliver Stone - e livros. A maior parte das obras, com críticas negativas aos seus dois mandatos.
Mas que fatos e que agenda política fizeram de George Bush um presidente tão polêmico, dentro e fora dos EUA?
11 de Setembro
Bush tomou posse em janeiro de 2001, sucedendo o democrata
Bill Clinton, depois de uma vitória apertada contra Al Gore e em meio a denúncias de fraudes nas urnas, no Estado da Flórida.Filho do ex-presidente George H. W. Bush e herdeiro de uma dinastia de políticos e empresários ligados à indústria petrolífera, Bush, até iniciar a vida política, possuía uma biografia medíocre, marcada pela dependência de álcool superada por uma conversão religiosa.
Os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, que vitimaram mais de 3 mil pessoas, a maior parte após a colisão de dois aviões com as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, mudou sua história e a dos EUA.
Imediatamente após os atentados, o presidente elegeu os terroristas como inimigos oficiais do mundo livre, manipulando um clima de medo comparável ao da
Guerra Fria e o perigo "vermelho" representado pelos comunistas, durante o período do marcartismo.
Para ele, a cruzada contra os terroristas islâmicos tornou-se uma espécie de "guerra santa" que justificaria uma política intervencionista, com campanhas militares dispendiosas em dólares e vidas humanas, além de acusações de violações dos direitos humanos e liberdades civis.
As investigações da polícia federal e do serviço secreto norte-americanos responsabilizaram a rede terrorista Al Qaeda, de Osama Bin Laden - cuja base de operações se localizava no
Afeganistão - pelos atentados. Na ofensiva, tropas americanas tomaram a capital Cabul e derrubaram o governo dos talibãs, mas até hoje o Afeganistão é uma zona de conflitos. Bin Laden continua foragido, apesar das promessas de captura pelo governo Bush.
Guerra no Iraque
Com propósitos mais duvidosos, em 2003 os EUA invadiram o
Iraque, apoiados pelo Reino Unido, sob a alegação de que a ditadura de Saddam Hussein produzia armas de destruição em massa, que nunca foram encontradas.
Na época da guerra, Bush estava com a popularidade em alta, inclusive com apoio da maior parte da imprensa dos EUA, o que favoreceu a ofensiva contra o país. Porém, os planos de uma guerra rápida não se concretizaram. A transição de poder e as resistências locais prolongaram a investida e tornaram o Iraque uma espécie de novo
Vietnã, a traumática guerra que durou de 1958 a 1975.Passados cinco anos, a Guerra do Iraque teve um custo de milhares de vidas, civis e militares, e bilhões de dólares, além de gerar um impasse quanto à estratégia de retirada das tropas, assunto que divide os partidos democrata e republicano na atual sucessão presidencial.
Prisão de Guantánamo
Bush foi reeleito em 2004 com 51% dos votos e uma imagem que, aos poucos, se tornaria mais desgastada diante a opinião pública em seu segundo mandato.
Contribuíram para isso fatos como a demora na ajuda a meio milhão de desabrigados na passagem do furacão Katrina por Nova Orleans, em agosto de 2005, a recusa na assinatura do
Protocolo de Kyoto para redução de gases poluentes e acusações de tortura e violações de direitos humanos.
Neste sentido, o maior símbolo dos excessos da campanha antiterrorista de Bush, para seus críticos, é a prisão de Guantánamo na base militar norte-americana em
Cuba, que abriga prisioneiros, a maioria de origem árabe, acusados de ligações com grupos extremistas.
A manutenção de prisioneiros sem julgamento e as acusações de maus tratos mobilizaram entidades internacionais de direitos humanos. A recente determinação de soltura de um grupo, este ano, marca os primeiros passos para a interdição completa da prisão.
Legado
A recente crise que atingiu o mercado financeiro internacional fecha de maneira dramática a Era Bush e pode ser decisiva nas eleições de novembro, favorecendo o candidato democrata
Barack Obama, que pode se tornar o primeiro presidente negro dos EUA.
Apesar da popularidade em baixa, Bush ainda tem um forte apelo entre parte da população classe média, branca, cristã e conservadora dos EUA, a quem sempre agradou com sua política beligerante e oposições a leis em favor do aborto e do casamento gay.
O que prevalecerá de seu legado, se o pior presidente da história norte-americana ou um homem que teve pulso firme em tempos difíceis, será avaliado nas urnas em novembro e, no futuro, pela História.

Declaração Universal completa 60 anos:

Em 2008, completa 60 anos a Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, no dia 10 de dezembro de 1948, sob a presidência do jurista australiano Herbert Evatt. Entre os países que defenderam com maior vigor o documento, destacaram-se o Reino Unido, o Canadá e os países latino-americanos.
Representante do
Brasil na Assembléia, o advogado e intelectual Austregésilo de Athayde saudou aquele instante como o início de "uma nova era de liberdade e de justiça". Nenhum dos países membros da ONU votou contra o texto do documento, embora as nações ligadas à União Soviética, a África do Sul e a Arábia Saudita tenham optado pela abstenção.
A Declaração era principalmente uma resposta da comunidade internacional à intolerância étnica e racial verificada na Europa e nas colônias européias no início dos anos 1930 e ao longo dos anos 1940. Mais especificamente, à grande tragédia em que consistira a
Segunda Guerra Mundial, caracterizada pelas armas de destruição em larga escala e pelos campos de concentração e extermínio do regime nazista.
Valores morais e éticos
O contexto mundial, porém, já era o da
Guerra Fria, com a polarização político-ideológica que colocava em confronto os sitemas capitalista e socialista e se manifestava, na prática, na disputa entre os Estados Unidos e a União Soviética, e os países alinhados a essas duas potências. Num panorama como esse, era especialmente importante a afirmação de que toda a humanidade compartilhava de um conjunto comum de valores morais e éticos.
Basicamente, a Declaração tinha - e ainda tem - importância por reconhecer que a dignidade de todo homem consiste em ele ser uma pessoa, que tem de ser respeitada em sua individualidade, bem como integridade física e psicológica. O que fundamenta esse direito (do qual decorrem os outros) é pura e simplesmente a existência de cada ser humano. Basta nascer para usufruir dele.
Além disso, convém destacar o caráter universal desses direitos, que valem igualmente para todos os seres humanos, sem que se possa estabelecer ao termo "humano" qualquer tipo de restrição ou especificação, com base na raça, no credo, na posição socioeconômica, etc. Nesse sentido, a Declaração de 1948 é o apogeu de um longo processo histórico, cujas origens remontam à Antigüidade, à
democracia grega e à república romana, e que tem como marco fundamental a Revolução francesa.
Naquela época, contudo, os direitos eram restritos aos cidadãos da Grécia ou de Roma, nos quais não estavam incluídos, por exemplo, os estrangeiros ou as mulheres. Ao longo dos séculos, com maior ou menor intensidade, não só esses direitos foram se estendendo a um número cada vez maior de pessoas, como também foram compreendidos de uma maneira cada vez mais ampla.
Direitos e problemas
No mundo contemporâneo, quando se fala em direitos humanos, compreende-se basicamente três tipos de direito: a) os direitos de liberdade, que limitam o poder do Estado sobre os cidadãos; b) os direitos políticos, que facultam a todo homem, através da representação eleitoral, a participação na direção dos negócios públicos; c) e os direitos sociais ou econômico-sociais, relacionados ao trabalho, à educação, à saúde e ao lazer.
Compreender, reconhecer e declarar os direitos humanos foram passos importantes. No entanto, obviamente isso não significa que esses direitos passaram a ter vigência ou foram totalmente implementados. Em primeiro lugar, porque a Declaração não é um documento que tem força de lei, ainda que tenha inspirado, orientado ou servido como base para legislação internacional.
Em segundo lugar, por haver uma defasagem entre as normas estabelecidas e sua aplicação. Nesse sentido, a questão consiste nos problemas que as nações signatárias da Declaração e dos tratados e convenções nela inspirados têm para pôr em prática os direitos humanos, por meio de planos nacionais, de programas de ação e de legislação própria.Consiste ainda no enfrentamento às resistências locais contra a implementação desses direitos. De maneira geral, o caráter universal dos direitos humanos implica o combate a privilégios, o que naturalmente contraria interesses de indivíduos ou grupos.
Violações gravíssimas
Por outro lado, quanto mais cresce a demanda por direitos humanos e quanto mais os países se manifestam dispostos a aceitá-los e colocá-los em vigor, tanto mais se alastram os problemas e conflitos sociais e políticos, pelos mais diversos motivos, resultando, precisamente, na violação daqueles direitos, em especial do direito fundamental à vida.
Desse modo, seis décadas após a aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ainda são comuns e freqüentes violações gravíssimas como o
genocídio, as mutilações físicas e o trabalho escravo. Elas ocorrem em praticamente todos os países do mundo, independentemente do seu grau de desenvolvimento, embora prevaleçam nos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento.
Por: Prof. Roberto Sérgio(robertosociologo@hotmail.com)

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Religiosidedade Africana

O candomblé e a umbanda possuem 16 orixás (as entidades cultuadas),
estes orixás corresponde a um ou mais santos católicos.
No período colonial no Brasil, chegaram ao país os primeiros africanos de origem iorubá,
um povo que ocupava a região onde hoje ficam Nigéria, Benin e Togo.

A religião dos iorubás era o candomblé, mas eles aportaram no Brasil como escravos e não podiam cultuar suas divindades livremente devido a religião oficial do país ser o catolicismo. Por causa dessa proibição, os escravos começaram a associar suas divindades com os santos católicos para exercerem sua fé disfarçadamente.

Como os santos católicos são bem numerosos, existem divindades que são identificadas com mais de um santo.
Por exemplo: Oxóssi, o rei da caça, é associado a São Jorge e a São Sebastião. "Essa relação com um ou outro santo depende da região do país, variando de acordo com a popularidade do santo no local", diz o sociólogo Reginaldo Prandi, autor do livro Mitologia dos Orixás.



Claro que a associação não é exata: ao contrário dos santos católicos, os orixás são entidades com virtudes e defeitos, e seus seguidores acreditam que eles conhecem o destino de cada um dos mortais.

A umbanda, é uma religião genuinamente brasileira, surgida na década de 30 no Rio de Janeiro
a partir da combinação de elementos do candomblé, do catolicismo e do espiritismo.
Assim como o candomblé, a umbanda também cultua os orixás.
Mas os umbandistas representam essas divindades com imagens diferentes, além de cultuarem outros três espíritos, o preto-velho, o caboclo e a pomba-gira. Nenhum deles aparece no candomblé.



As cinco principais entidades do candomblé e da umbanda

Iemanjá
SANTA CATÓLICA: Nossa Senhora da Conceição
No zodíaco corresponde ao signo "CANCER"

Iansã
SANTA CATÓLICA: Santa Bárbara
(Na doutrina católica, ela corresponde a Santa Bárbara -
também uma protetora contra raios, tempestades e trovões)
No zodíaco corresponde ao signo "SAGITÁRIO"

Xangô
SANTO CATÓLICO: São Jerônimo e São João
(Xangô é o deus do trovão e da justiça. Ele é associado a dois santos católicos: São Jerônimo, que no final do século 4 traduziu alguns livros da Bíblia do hebraico e do grego para o latim, ou São João, que pregava a conversão religiosa e batizou Jesus)
No zodíaco corresponde ao signo "LIBRA"

Ogum
SANTO CATÓLICO: Santo Antônio e São Jorge
(Ogum é o orixá da guerra, capaz de abrir caminhos na vida. Por isso, costuma ser identificado com Santo Antônio, o "santo casamenteiro", ou com São Jorge, santo guerreiro que é representado matando um dragão)
No zodíaco corresponde ao signo "ÁRIES"

Oxalá
SANTO CATÓLICO: Jesus/ Nosso Senhor do Bonfim
(Oxalá é a divindade que criou a humanidade - por isso, ele se equivale a Jesus, uma das manifestações do Deus triuno do catolicismo (pai, filho e espírito santo). Além de ter modelado os primeiros seres humanos, Oxalá também inventou o pilão para preparar inhame e é considerado o criador da cultura material)
No zodíaco corresponde ao signo "AQUÁRIO"

Outras Entidades:

> Exu: Anjo Gabriel (Leão)
> Oxóssi: São Sebastião (Touro)
> Nanã: Sant'ana (Escorpião)
> Omulu: São Lázaro (Capricórnio)
> Ibejis: São Cosme e Damião (Gêmeos)


Prof. Roberto Sérgio

domingo, 9 de novembro de 2008

As Cinco Maiores Religiões

Religião é um conjunto de crenças e filosofias que são seguidas, formando diferentes pensamentos. Cada religião tem suas diferenças quanto a alguns aspectos, porém a grande maioria se assemelha em acreditar em algo ou alguém do plano superior e na vida após a morte. Entre a grande quantidade de religiões existentes hoje no mundo, existem aquelas que se sobressaem e conseguem conquistar um grande número de fiéis. São:
Cristianismo: É a maior religião do mundo com cerca de 2.106.962.000 de seguidores. É monoteísta e se baseia na vida e nos ensinamentos de Jesus de Nazaré.
Islamismo: Possui aproximadamente 1.283.424.000 fiéis, é a segunda religião mais praticada no mundo. Além disso, é também um sistema que monitora a política, a economia e a vida social.
Hinduísmo: Com cerca de 851.291.000 de fiéis, é a terceira maior religião e a mais velha do mundo. A religião se baseia em textos como os Vedas, os Puranas, o Mahabharata e o Ramayama.
Religiões Chinesas: Possui aproximadamente 402.065.000 de seguidores que se baseiam em diversas crenças.
Budismo: Com aproximadamente 375.440.000 fiéis, ocupa o quinto lugar. É uma religião e uma filosofia que se espelha na vida de Buda. Este, não deixou nada escrito, porém seus discípulos escreveram acerca de suas realizações e ensinamentos para que seus posteriores fiéis pudessem conhecê-lo.
Por Prof. Roberto Sérgio