domingo, 9 de novembro de 2008

“ O que é Religião” ?

“Definição”

A religião é uma das atividades mais universais conhecidas pela humanidade, sendo praticada por todas as culturas desde o início dos tempos. Por exemplo, as africanas, onde teve como seu fundador Kam, um dos filhos de Noé.
Contudo, não há uma definição de religião universalmente aceita, até hoje. A religião parece ter surgido do desejo de encontrar um significado e propósito definitivos para a vida, geralmente centrado na crença e ritual à um ser (ou seres) sobrenatural. Também existe a exploração comercial, tendo como símbolo o nome de religião, que nos dias de hoje é comum. Na maioria das religiões, os devotos tentam honrar e/ou influenciar seu deus ou deuses através de preces, sacrifícios e a sacralização de animais ou comportamento correto.
Também, surge a pergunta a respeito do que pode ser incluído no que chamamos de religião. Por exemplo: Podemos chamar o marxismo – leninismo; o fanatismo e o radicalismo partidário político de religião, ou humanismo (a crença na humanidade e na razão no lugar de um ou vários deuses)? Algumas pessoas poderiam incluir tais crenças em uma definição moderna de religião como “qualquer coisa à qual oferecemos devoção absoluta”; contudo, tais crenças normalmente não incluem qualquer referência a um ser (ou seres) deus (ou deuses) sobrenatural ou máximo. Portanto, é melhor descrevê-las como ideologias e não religiões, embora possam compartilhar muitas das características da religião.


“Crenças/Rituais e práticas”

A religião é feita tanto de crenças e rituais quanto de práticas. A teologia acadêmica (especialmente no Ocidente e em relação ao cristianismo) tende a se concentrar na crença. Todavia, é importante observar que em algumas sociedades não há uma palavra correta para religião. Não se trata de um compartimento separado da vida – é um modo de compreender e viver a própria vida. Mesmo assim, é possível distinguir vários aspectos diferentes em quase todas as religiões. Uma classificação amplamente aceita identifica como cinco aspectos:
A fé é a parte interna da religião (fundamento); o que as pessoas acreditam, seus sentimentos de temor, quizilas ou ehô (africano) e reverência, prece individual, etc...
O culto/rituais é tudo que está envolvido na devoção – construções, feitura de òrìsàs (religião africana), imagens, altares, rituais, sacralização de animais (em várias religiões inclusive africana), canções sagradas (no africano, temos: Orin = cântico de apelação; Orìkí = cânticos de louvor), reuniões da comunidade e assim por diante.
A comunidade é o aspecto social da religião – os devotos em seu templo/igreja ou no ilé africano (casa de religião africana) específicos, a denominação ou seita mais ampla, monges; padres/freiras; bàbálóòrìsàs/ ìyálóòrìsàs, etc...
O credo envolve todas as crenças e idéias mantidas pela religião como um todo, incluindo escrituras e idéias sobre Deus, anjos, o céu, o inferno e a salvação, assim como, nas religiões de matriz africana os Òrìsàs (lendas escritas e somente faladas de boca/ouvidos; os cânticos = orin; orìkí e cultuar seus ancestrais).
O código envolve a suas crenças religiosas e inclui-se éticas, tabus (em africano quizilas/ehô) e idéias sobre o pecado, o que é certo e o que é errado ritualisticamente, porque, entre o fundamento e rituais têm que haver lógica, principalmente, nas religiões de matriz africana, e a santidade.


“Famílias de Religiões”

As religiões do mundo podem ser divididas em dois grupos principais: primitivas e universais.
As primitivas incluem as religiões tradicionais da África (povos sudaneses: Nações de Òyó; de Ijèsà; e de Ketu, chamados aqui no Brasil de povos Nagô (que os franceses chamavam e deram a origem da palavra “Nagô” aos povos das Nações da África-Negra - Sudaneses), bem como, a Nação e religiões das áreas vizinhas Ewes (evoes), conhecidos em nosso País como Nação Jèje. Assim como, povos Bantus: Nações de Angola; Kongo; Kabinda; Benguelas: Bangalas; Musikongos; Rebolos; Monjolos, etc...Primitivas também na Australásia, Oceania, algumas regiões da Ásia e os povos primitivos das Américas, além das religiões “pré-cristãs da Europa e religiões de outros povos antigos.
Essas religiões, embora diferentes em detalhes, possuem várias características em comum. Todas elas tendem a ser locais – são específicas para a Nação ou povo que as praticam. Exemplo a africana: seus praticantes geralmente não as consideram relevantes para outros povos, inclusive dentro do mesmo País. Dessa maneira, muitos dos mitos e histórias de uma Nação de culto religioso, no caso, africana, não serve para a outra (Nação) ou desse tipo de religião que praticam com a origem de uma Nação específica. Já no Brasil, as religiões de origem africana, devido, aos empórios de escravos, houve uma grande fusão de Nações e até mesmo, do fundamento e de rituais, dando origem à outras modalidades de religiões e idiomas (misturados) de origem africana.
As religiões primitivas remanescentes (animistas) tendem a depender em grande parte da tradição oral em vez de escrituras e são geralmente não-missionárias.

As religiões universais acreditam ter importância para todo o mundo e tentam, com maior ou menor intensidade, converter pessoas. Ai! Está a grande diferença entre as primitivas e as universais. Além disso, em sua maioria, desenvolveram escrituras que desempenham um papel central na religião.
O islamismo e o cristianismo são exemplos característicos desse tipo de religião universal. Pois, vendem a idéia de um Deus através das escrituras, principalmente, para sensibilizar e catequizar seus adeptos. Dentro do grupo universal algumas famílias principais podem ser identificadas. A família semítica inclui o judaísmo, o cristianismo e o islamismo, os quais compartilham de uma base comum histórica e geográfica.
A família indiana é composta do hinduísmo, do budismo antigo, do jainismo e da doutrina dos sikhs.
A família do Extremo Oriente inclui o confucionismo, o taoísmo e o xintoísmo.
Embora qualquer religião normalmente afirme ter sido inspirada por “Deus”, é importante lembrar que todas elas começam e se desenvolvem em situações históricas, geográficas e culturais específicas que influenciam e moldam a forma tomada pela religião.

Outra forma de classificar grupos de religiões é a distinção entre aquelas com um único deus (monoteístas) e aquelas com vários deuses (politeístas).
As religiões monoteístas incluem o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Nesta classificação somos obrigados incluir a crença em um deus supremo é encontrada em toda a África, mas em muitas as regiões Ele é considerado tão grande e remoto que não é adorado. E de uma classificação “monoteísta passa para politeísta”, ou seja, em seu lugar, são adorados Òrìsàs poderosos, cada um com características especificas, e em seus rituais incluindo também os ancestrais, que agem como intermediários entre as pessoas e o deus supremo.
As religiões politeístas incluem o hinduísmo, como também as religiões gregas, germânicas e egípcias, as primitivas e tradicionais dos africanistas (África), as indígenas das Américas e várias religiões primitivas remanescentes.
Prof. Roberto Sérgio

PROVÉRBIOS CHINESES


A adversidade é um espelho que reflete o verdadeiro eu.
A derrota só será uma bebida amarga se concordarmos em tragá-la.
A desconfiança e a culpa geram insegurança.
A juventude não é uma época da vida, é um estado de espírito.
Aquele que não gosta de ler é igual ao que não sabe ler.
Aquele que se importa com os sentimentos dos outros não é um tolo.
Aquele que só ouve elogios, mas nunca a crítica, acaba se dando mal.
As bênçãos chegam uma de cada vez, a desgraça vem em grupo.
As más companhias são como um mercado de peixes; acaba-se acostumando com o mau cheiro.
Cada pessoa equivale a um grão de areia, mas uma multidão é como uma pedra de ouro.
Cortesia é sinal de pessoa civilizada.
Cuidado com aquele que tem a língua doce e uma espada na cintura. Um inimigo declarado é perigoso, mas um falso amigo é pior.
Defeitos e virtudes são apenas dois lados da mesma moeda.
Despreze o conhecimentos e faça todos pagarem por sua ignorância.
Hastes de trigo, cheias de grãos, aprendem a curvar a cabeça.
Lamentar aquilo que não temos é desperdiçar aquilo que já possuímos.
Melhor ser muito cético do que muito crédulo.
Não compense na ira o que lhe falta na razão.
Não importa o tamanho da montanha, ela não pode tapar o sol.
O amor por uma pessoa deve incluir os corvos de seu telhado.
O bom-senso vai mais longe do que muito conhecimento.
O homem é a principal fonte de seu próprio infortúnio.
Palavras ríspidas e argumentos pobres nunca resolveram nada.
Para viver bem e por muito tempo, seja moderado.
Pobres são aqueles que não têm talentos; fracos os que não têm aspirações.
Por trás de acusações maldosas há sempre um argumento fraco.
Quem quer colher rosas deve suportar os espinhos.
São os nossos inimigos que nos ensinam as mais valiosas lições de vida.
Se comermos menos, degustaremos mais.
Se em vez de enchermos o bolso enchermos a cabeça, não seremos roubados.
Se houver um general forte, não haverá soldados fracos.
Seja lento na promessa e rápido no desempenho.
Sem a oposição do vento, a pipa não consegue subir.
Sem o fogo do entusiasmo não há o calor da vitória.
Siga os bons e aprenda com eles.
Um pequeno vazamentos eventualmente afundará um grande navio.
Uma bela flor é incompleta sem suas folhas.
Uma única árvore não faz uma floresta.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A Poligamia


A Poligamia esteve sempre presente no Mundo, em todas as épocas e nações. É um facto histórico que Gregos, Romanos, Hindús, Babilónios, Persas, Israelitas, Árabes, Africanos, etc., etc., não conheciam limites no número de matrimónios e, portanto, podiam casar com várias mulheres. Não era imposta nenhuma condição ou restrição. As esposas de um pai falecido eram divididas pelos filhos, juntamente com outra propriedade herdada, na Arábia, antes do advento do Profeta Muhammad (que a paz estja com ele), sendo usadas como esposas. O Islão limitou esta poligamia ilimitada, então em voga no mundo, restrigindo-a com as seguintes severas limitações:

A atitude do marido para com todas as suas quatro esposas (limite máximo) deve ser tal que não dê aso ao ódio, ciúme, insatisfação, descontentamento e frustração a nenhuma delas, resultante da injustiça, crueldade, inclinação e parcialidade por parte do esposo. A completa paz, harmonia e tranquilidade devem prevalecer no lar como resultado de um estatuto inteiramente igual de todas as esposas, em todos os assuntos, ou seja, na alimentação, vestuário, moradia, cuidados médicos, estima, conforto, tratamento geral, afecto, etc. Se o esposo não puder pôr em prática esta igualdade, não lhe é permitido casar-se com mais de uma mulher. A este respeito, o Sagrado Alcorão diz claramente: "E se receais que não podereis tratar com justiça os órfãos casai com as mulheres que vos parecerem boas para vós duas, três ou quatro. E se receais que não podereis proceder com equidade com todas casai, então, com uma somente."(4:3)

O marido deve ter meios económicos suficientes que lhe permitam dar alimentação adequada, roupas, e satisfazer outras necessidades da vida a qualquer esposa.

Cada uma das esposas deve ser provida com uma casa separada, ou apartamento, e o marido deve dispender igual tempo na casa de cada uma das esposas. Estas condições não têm como intuito o de proibir o homem de praticar a poligamia; são, antes, estabelecidas especialmente para salvaguardar os direitos da mulher, assegurando-lhe a justiça perfeita. Alguns críticos sustentam que existe algo de mau na poligamia, não devendo ser permitido em caso algum e sob quaisquer circunstâncias. Ora analisemos a questão: Se a poligamia é realmente má e prejudicial, então, porque é que todos os grandes patriarcas da raça hebraica, que são olhados como exemplos da grandeza moral, praticaram sempre a poligamia? Porque casou o Profeta Moisés (a.s.) com mais de uma mulher? Seria ele amoral, ou um homem sensual? (DEUS proibiu de o ser). Porque tomaram Jacob e Abarãao (a.s.), para si, mais de uma esposa? Como se podem explicar os seguintes versículos da Bíblia, senão como uma permissão explícita e definitiva da poligamia? "E tinha ele (Salomão) setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o seu coração." (1 Reis 11:3) "E tomou David mais concubinas e mulheres de Jerusalém, depois que viera de Hebron: e nasceram a David mais filhos e filhas." (2 Samuel 5:13)

Examinemos a Poligamia em termos puramente racional:

Suponham que há uma guerra com a consequente dizimação da população masculina, como no caso da Europa após a Guerra dos Trinta Anos e após a Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Que solução dão os partidários da monogamia para o problema da sobrepopulação feminina, ou seja, viúvas e outras mulheres em idade de casar e, onde iriam eles arranjar maridos para todas elas? Bertrand Russel diz: "E, em todos os países, onde há um excesso de mulheres, é uma injustiça óbvia que, aquelas que, por uma necessidade aritmética, se vêm forçadas a continuar solteiras, sejam obrigadas ao afastamento de uma experiência sexual."

No caso de a mulher sofrer de uma doença crónica, que a impeça de engravidar, o homem necessita de uma outra esposa para obter filhos. Se ele divorciar-se da mulher e a abandonar à sua sorte, isso será um acto indelicado. Que deverá ele fazer? É claro que há alguns maridos que conseguem lidar com tal situação. No entanto, não se pode negar as suas potenciais necessi- dades. Assim, um segundo casamento, neste caso, poderá ser uma solução aceitável para as três partes.

No caso de um casamento não ter tido muito sucesso, e o marido amar outra mulher note-se que esta situação é tão familiar que é conhecida como o "Eterno Triângulo" (Triângulo Amoroso). Dentro dos parâmetros das leis Ocidentais, o marido não pode casar com uma segunda mulher sem se divorciar da primeira. Mas esta pode não querer divorciar-se. Ela pode não amar mais o seu esposo, mas pode continuar a respeitá-lo e desejar ficar com ele pela segurança do matrimónio, por ela própria e pelos seus filhos. Similarmente, a segunda esposa pode não querer dissolver a primeira família do marido.
Aqui, perguntamos aos advogados da monogomia como resolvem esta questão. Há alguns casos como este, no qual ambas as esposas poderiam aceitar um casamento poligâmico, do que enfrentar o divórcio, por um lado, ou um caso extra-conjugal, por outro.

Só muito dificilmente se poderá negar que, presentemente, na maioria dos países do mundo, o nascimento de indivíduos do sexo feminino é superior ao do masculino. Como resultado, temos mais mulheres do que homens. Mesmo supondo que cada homem desposa uma mulher, teríamos um excedente de centenas de milhões de mulheres! Agora, que fazer com este excedente? Será que este excedente impede-as da experiência de uma vida matrimonial, ter filhos legítimos, serem abrigadas e cuidadas por esposos legítimos e responsáveis? Qual o pecado dessas mulheres? O Islão resolveu todos estes problemas sugerindo a única solução possível e legítima a poligamia. Provavelmente, no que respeita à mulher, o aspecto mais realçado do Islão no Ocidente é o da poligamia.

Deve tornar-se claro que o Islão não impõe a poligamia aos Muçulmanos como uma obrigação. Ao invés, ele permite aos Muçulmanos praticarem-na como a única solução para algumas situações, conforme já foi atrás referido. O próprio Profeta Muhammad (paz esteja com ele) foi monogâmico durante uma grande parte da sua vida de casado, desde a idade de 25 anos (quando desposou a Senhora Khadija [r.a.]), até aos seus 50, quando a sua esposa faleceu. Consequentemente, dever-se-á olhar a monogamia como a norma, e a poligamia como uma excepção. É óbvio que a poligamia é considerada pela população Ocidental como um infringimento aos direitos da mulher; no entanto, praticamente todos estes monogâmicos continuam a praticar uma certa poligamia de forma subreptícia e clandestina, profanando, secretamente, as esposas, filhas e irmãs de outras pessoas. Cabe a vós decidir se é preferível a poligamia subreptícia e secreta (de profanação) praticada pelo denomi- nado Ocidente Civilizado, com os seus problemas referentes a crianças bastardas, raparigas perdidas, peso de consciência, distúrbios mentais, lares arruinados, e dissolução de casamentos, à poligamia legal Islâmica. Será, talvez, interessante apontar aqui o ponto de vista da Senhora Annie Besant e de outros grandes pensadores em relação a esta questão:

A Senhora Annie Besant afirma: "Existe uma pretensa monogâmia no Ocidente, mas o que realmente existe é uma verdadeira poligamia sem qualquer tipo de responsabilidade. A amante é abandonada quando o homem se farta dela, indo-se aproximando da condição de mulher de rua, uma vez que o primeiro amante não tomou qualquer responsabilidade sobre o seu futuro, ficando ela cem vezes pior do que uma esposa cuidada e mãe num lar poligâmico. Quando vemos milhares de mulheres infelizes que enchem as ruas das cidades Ocidentais à noite, temos que, certamente, sentir que não assenta bem nas bocas Ocidentais censurar o Islão pela sua poligamia. É melhor, mais feliz e respeitável para uma mulher ser consorte de um homem só, com a criança legítima nos seus braços e rodeada de respeito, do que ser seduzida, abandonada nas ruas provavelmente com uma criança ilegítima, fora do alcançe da lei, sem abrigo e sem cuidados, sujeita a tornar-se uma vítima de qualquer passante nocturno, sem acesso a uma maternidade normal, desprezada."

Reverendo Canon Issac Taylor, um eminente eclesiástico inglês, disse num dos congressos eclesiásticos ocorrido na Inglaterra: "Devido à poligamia, os países Muçulmanos estão livres de párias profissionais, a maior censura à Cristandade do que a da poligamia ao Islão. A poligamia estrictamente regulada das terras Muçulmanas é infinitamente menos degradante para a mulher e menos injuriosa para o homem, do que a poliandria promíscua que se pratica nas cidades Cristãs e que é absolutamente desconhecida no Islão."

G. R. Scott diz: "O homem é essencialmente polígamo e o desenvolvimento da civilização alastrou esta poligamia inata."

O Dr. Mercier declara: "A mulher é, por natureza, monogâmica; o homem contém em si próprio o elemento da poligamia."
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O semanário "Record" de Lagos, de 20 de Abril de 1901, citava um artigo da "Truth" Londrina, escrito por uma dama inglesa: "O número de raparigas vagabundas aumentou, tendo causado perturbação na nossa sociedade. Como mulher, olho para estas jovens com pena. Mas, será que a minha piedade e simpatia fazem alguma coisa para modificar tal situação, ou ajudam a curar tal mal? O que Thomas disse foi excelente. Ele diagnosticou o mal e prescreveu-lhe um remédio. Afirmou que a única solução era permitir ao homem desposar mais de uma mulher, através do qual a calamidade seria erradicada, uma vez que, dessa forma, as jovens serão esposas. O postulado europeu é o seguinte: "Um homem, uma esposa", o que se revela culminante para um homem casado com uma mulher, tendo filhos ilegítimos que são a grande chaga e um grande fardo para a sociedade. Se a poligamia fosse permitida, nada disso teria acontecido. Toda a evidência estabelecida pela história e pela ciência torna claro que a poligamia devia ser olhada com mais seriedade. ... Poligamia deve ser considerada natural e legítima. Para erradicar definitivamente a poligamia, teríamos que primeiro modificar todo o carácter da nossa civilização, depois a natureza do homem e, finalmente, a própria Natureza em si!"

O Prof. C.Von Ehrenfels de Praga, testemunha a superioridade moral das leis poligâmicas e prevê o sucesso inaudito do sistema poligâmico: "O casamento poligâmico tornou-se algo de necessário, sucedendo ao sistema monogâmico, por ser moralmente superior."

Ao explanar as mentiras convencionais da civilização Ocidental, Marx Nordan sublinha: "O homem vive num estado de poligamia nos países civilizados, apesar de a monogamia ser obrigatória por lei; dificilmente se encontrará mais do que um homem de entre uma centena, que possa jurar no seu leito de morte que nunca conheceu mais do que uma mulher durante toda a sua vida."

Dr. Havelock Ellis prossegue com a explicação da grande hipocrisia do modo de vida Ocidental: "Em mais nenhuma parte do mundo a poligamia é tão preponderante, quanto o é na Cristandade Ocidental; em mais nenhuma parte do mundo é tão fácil ao homem furtar-se das obrigações inerentes à poligamia. Podemos pensar que, se recusamos aceitar o facto da existência da poligamia, então podemos recusar o reconhecimento de qualquer tipo de obrigação decorrentes da poligamia. Ao habilitar o homem de se escapar tão facilmente das obrigações da sua relação poligâmica, estamos a encorajá-lo, acaso seja pessoa de poucos escrúpulos, de, efectivamente, não cumprir com elas; colocamos um prémio à imoralidade que tão arduamente condenamos. O homem, com letra maiúscula, não representa todos os homens. Inclui apenas aqueles que fazem fé na denominada monogamia preponderante na Cristandade, aqueles que seguem o modo de vida Ocidental e, por fim, aqueles que no Oriente e no Continente Africano imitam cegamente o modo de vida Ocidental. Por outra parte, o Ocidente tem começado a reconhecer as virtudes da poligamia conforme diz Tonybee: «Uma monogamia forçada é responsável por muitos dos males da prostituição, levando a autênticas querelas, a um ciúme intenso nas mulheres e a uma maior insistência na relação física que torna a espontaniedade e a pureza em corrupção. O natural ciúme feminino não reside no facto de o homem amar outra mulher, mas no de ele a abandonar.»

E finalmente, Dr. Le Bon advoga: "Um retorno à poligamia, a essa relação natural entre os sexos, resolveria muitos problemas como: a prostituição, doenças venéreas, sida, abortos, a infelicidade de milhões de solteiras e viúvas, resultamtes da desproporção entre os sexos, e das guerras, até adultério e ciúme."

Conclusão: Para os Muçulmanos, a monogamia é ideal, a poligamia é a concessão a situações especiais bem como à natureza humana. Quer prevaleça a monogamia num país particular, quer durante um período, é uma questão de conveniência social e económica.

O mundo sem mulheres!

O mundo sem mulheres! O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê? O sujeito quer ficar famoso pra quê? O indivíduo malha, faz exercícios pra quê? A verdade é que é a mulher o objetivo do homem. Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função da mulher. Vivem e pensam em mulher o dia inteiro, a vida inteira. Se a mulher não existisse, o mundo não teria ido pra frente. Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo. Um mundo só de homens seria o grande erro da criação. Já dizia a velha frase que 'atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'. O dito está envelhecido. Hoje eu diria que 'na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'. É você, mulher, quem impulsiona o mundo. É você quem tem o poder, e não o homem É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias. Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens. E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher. Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens. Já pensou? Um casamento sem noiva? Um mundo sem sogras? Enfim, um mundo sem metas. ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES: 1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu. 2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito. 3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços. 4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito. 5- Como são encantadoras quando comem. 6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena. 7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja
fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora. 8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo. 9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio. 10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão. 11- O brilho nos olhos quando sorriem. 12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..' 13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza. 14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'. 15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta. 16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram. 17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer. 18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'. 19- As saudades que sentimos delas. 20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor. Isso NÃO é uma corrente, apenas mande para todas as mulheres de sua lista, para elas perceberem o quanto são importantes, e para os homens, para que eles lembrem oquanto as mulheres são essenciais !!!

Brasil fica entre países com maior desigualdade entre homens e mulheres:

Brasil fica entre países com maior desigualdade entre homens e mulheres, diz pesquisa O Brasil ficou em 51º em um ranking de 58 países que mede a desigualdade social entre homens e mulheres, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira pelo Fórum Econômico Mundial.De acordo com o Fórum, o estudo é inédito e leva em conta cinco itens, segundo os padrões do Unifem (Fundo das Nações Unidas para as Mulheres) para avaliar a desigualdade entre homens e mulheres: participação econômica (igual remuneração por igual trabalho); oportunidades econômicas (acesso a empregos não restritos à baixa remuneração e à ausência de preparo); presença em cargos decisórios, inclusive na política; acesso a educação; e acesso a serviços de saúde.Na classificação geral, o Brasil ficou atrás de países como Bangladesh (39º) e Zimbábue (42º). A Argentina ficou em 35º. A melhor colocação do Brasil foi em oportunidades econômicas (21º lugar) e a pior, no índice de presença em cargos decisórios (57º). Em termos de acesso a educação, o Brasil ficou em 27º lugar, enquanto a Argentina ficou em terceiro.Segundo a pesquisa, o principal problema no Brasil e nos demais países da América Latina é a falta de garantia de direitos básicos, "como acesso a serviços de saúde e presença em cargos decisórios".O estudo avaliou dados de 30 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e outros 28 em desenvolvimento. A pontuação dos países no ranking vai de 1 a 7 --quanto mais perto do 7, menor a desigualdade. O Brasil ficou com 3,29 pontos.Os EUA ficaram em 17º lugar, com 4,40 pontos. No item de oportunidades econômicas, ficaram atrás do Brasil, em 46º lugar, devido à licença-maternidade insuficiente e à falta de benefícios sociais durante a licença, além da falta de creches públicas, segundo o documento.Os cinco primeiros lugares foram ocupados por Suécia, Noruega, Islândia, Dinamarca e Finlândia, respectivamente --a Suécia ficou com 5,53 pontos. Segundo o estudo, "embora nenhum país tenha conseguido eliminar a diferença entre homens e mulheres, os países nórdicos tiveram mais sucesso em diminuí-la e em fornecer um modelo funcional para o resto do mundo"."Caracterizados por suas sociedades liberais, com um impressionante registro de abertura e transparência no governo e redes de proteção social abrangentes (...) as mulheres nesses países têm acesso a um espectro maior de oportunidades educacionais, políticas e profissionais", diz o documento.Segundo o economista-chefe e diretor do Programa de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial, Augusto Lopez-Claros, o objetivo do estudo é "fornecer uma ferramenta para medir a diferença entre os gêneros nesses países (...) e dar oportunidades para que os países aprendam com as experiências dos que foram mais bem-sucedidos na promoção da igualdade entre homens e mulheres".
Folha Online