sexta-feira, 11 de março de 2011

ANÁLISE SOCRÁTICA DOS TEMPOS ATUAIS

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom então de manhã você pode brincar dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.

Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.
Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping Center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.
Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
- "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !"
FREI BETO

quinta-feira, 10 de março de 2011

H U M O R

Monólogo de uma bêbada!

Uma bela mulher sai de um bar cambaleando de bêbada, toda elegante ela caminha em direção ao seu automóvel, um BMW novíssimo e com a chave, tenta abrir a porta, mas o seu estado alcoólico não o permite.
Quando se abaixa um pouco para se aproximar da fechadura acaba por cair e ficar sentada de pernas abertas ao lado da porta.
Desesperada com a situação, olha para baixo e reparando que não está com calcinha, começa a falar com a sua própria vagina:
- Vc paga o carro...
- Vc paga as jóias...
- Vc me dá tanto dinheiro...
- Vc permite que eu escolha o homem que me agrade...
- Vc paga a casa que comprei... vc...
De repente começa a fazer XiXi e diz:
- Não precisa chorar porra! Eu não estou zangada contigo, tô só conversando

Estresse prejudica a qualidade do sexo

Além de diminuir a qualidade de vida, o estresse pode causar obesidade e depressão
Começo esse artigo com uma pergunta: o que todos queremos na vida? Uma boa resposta seria sucesso. Esta palavra abrange muitos aspectos do nosso dia a dia, desde os profissionais até na família. Na busca por esse tão desejado sucesso, começamos a ocupar o máximo de nosso tempo. As pessoas dizem: o tempo voa, mas na verdade nós o deixamos passar sem perceber.
Se não percebemos isso é porque estávamos preocupados com outros afazeres. Será que esses assuntos são mais importantes do que aquele tempo que perdemos? Para você que está pensando na reposta, dou uma dica, não perca tempo. A nossa vida é feita de pequenos momentos não os deixe passar.
As pessoas procuram os médicos para fazer prevenção, com queixas físicas e emocionais e o que os nós vemos, além disto, é pressa, desgaste físico, tristeza, obesidade e muito estresse. O cuidado atual do homem não pode se restringir a partes do corpo e sim uma visão holística onde no físico faz-se a prevenção das doenças e consequentemente prolonga os anos de vida.
No equilíbrio da saúde devemos evitar atos que a prejudiquem como bebida em excesso, cigarro, alimentos gordurosos e o trabalho estressante.
No equilíbrio da saúde devemos evitar atos que a prejudiquem como a bebida em excesso, o cigarro, os alimentos gordurosos e o trabalho estressante contínuo. Hoje, o homem moderno faz o ANDROCHECK: a prevenção do câncer de próstata, a avaliação hormonal (andropausa) e um estudo do seu sistema cardiovascular uma vez ao ano, sem medos, sem mitos. Isso mostra que a prevenção é o segredo da boa saúde.
Saúde emocional
Como anda a sua saúde emocional? Boa. Ótimo! Se não estiver como deseja pense que ela depende só de você. Você não pode mudar os outros mas pode mudar você mesmo. Temos um mundo dentro de nós para ser explorado. Evite o "estresse" para conseguir explorar esse potencial com facilidade e da melhor maneira possível.
Para conseguir combater esse inimigo com mais facilidade, é importante conhecer os tipos de estresse que podem estar em nosso cotidiano.
Estresse agudo: acontece no trabalho, escola, sequestro, assalto, problemas na família e a morte.
Estresse contínuo: por um sofrimento constante: doenças mentais, crônicas e o câncer.
Eustress (stress bom): é uma tensão positiva que nos motiva, agiliza e mobiliza. Melhora a função física ou mental, através do esforço ou do trabalho desafiador. Sempre relacionado a eventos desejáveis na vida.
Distress: tipo de stress com implicações negativas (angústia) que levam a comportamentos adaptativos: agressividade, passividade, ou a depressão. Como respostas ao distress podemos ter o alívio por atos positivos: música, exercícios, esportes e outras distrações saudáveis, e o alívio por atos negativos: drogas, álcool e a raiva.
Vida sexual
E na sexualidade: o que queremos? Uma sexualidade ativa, vibrante e sermos felizes. Como? Primeiro devemos mudar a nossa visão do ato sexual. Ser visto como muito mais do que o ato sexual em si e sim como um envolvimento de corpo e alma, com emoção, envolvimento, descoberta, troca, paixão, parceria e carinho.
Tudo isto independente da faixa etária e sempre usando os cinco sentidos: o olhar, o beijar, o ouvir, o cheirar e muito toque. Estes são os segredos do sexo eternamente bom. As dificuldades como o dia a dia e as disfunções sexuais devem ser tratadas por especialistas sem grande demora. Quanto mais rápido melhor o resultado.
Vamos exercitar ligações afetivas, uma dieta adequada, dançar, muitas viagens e praticar sexo. Assim vamos valorizar sentimentos e resgataremos nossa auto-estima, autoconfiança, emoções e finalmente criar uma parceria sexual.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/

Relação estável diminui o desejo sexual feminino

Depois de 4 anos de relacionamento, menos da metade das mulheres desejam sexo regular.
Um recente estudo realizado pela Universidade de Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, sugere que mulheres que se sentem em um relacionamento muito seguro apresentam uma queda no desejo sexual.
A pesquisa aconteceu com 530 voluntárias e de acordo com os cientistas, a diminuição da libido acontece em média depois de quatro anos de relacionamento. Os cientistas explicam que no começo da relação 60% das mulheres esperam que o sexo seja realizado regularmente, mas depois de quatro anos o número cai para 50%, e depois de 20 anos para apenas 20%.
Apesar do resultado, a pesquisa sugere que o desejo por carinho não diminui diante do tempo de relação. Aproximadamente 90% das voluntárias disseram receber carinho, durante todo o período de relacionamento.
O estudo também analisou voluntários do sexo masculino e o resultado comprovou que, para eles, o desejo por sexo não diminui consideravelmente diante de uma relação estável. Os números variam entre 60% e 80%, durante todo o relacionamento.
Fonte: www.minhavida.com.br

quarta-feira, 9 de março de 2011

PGE terá 40 dias para finalizar relatório sobre compra de mochilas

O procurador geral do Estado, Miguel Josino, irá entregar nesta sexta-feira (04), aos Ministérios Públicos Estadual e Federal, uma cópia do processo que trata da compra de 124 mil mochilas para alunos da rede pública estadual de ensino. A PGE irá, por iniciativa própria, informar oficialmente o caso a esses órgãos. Foram identificadas irregularidades em especificações técnicas em relação ao porta-lápis e ao tamanho das mochilas, por exemplo. A PGE terá 40 dias, a contar da data de amanhã (04), para finalizar o relatório de reanálise do processo e decidir o que será feito sobre o assunto.

A PGE irá analisar todos os procedimentos e todas as etapas do processo, uma vez que se trata de recursos federais - R$ 3 milhões, dinheiro que ainda não foi pago. De acordo com o procurador geral Miguel Josino, o Governo mantém a decisão de fazê-lo, mas só depois de realizados todos os esclarecimentos necessários e corrigidos os problemas identificados. Segundo Josino, representantes da a G8 Comércio de Equipamentos, Serviços e Representação - empresa responsável pelo fornecimento das mochilas - se comprometeram a disponibilizar todas as informações necessárias para esclarecer o assunto.

"A preocupação da PGE é com a segurança jurídica, não podemos simplesmente dizer aos fornecedores que não queremos mais uma mercadoria comprada pelo Governo, mas precisamos esclarecer e resolver os problemas. Nós não temos direito de empregar mal o dinheiro público", esclarece Miguel Josino.

Como órgão de controle da legalidade, a PGE pretende exigir de todas as secretarias estaduais um rigoroso controle no recebimento de obras, serviços e materiais, inclusive, quando for o caso, como em obras, com registro fotográfico, para acompanhar o passo a passo do trabalho. Miguel Josino informa que essa fiscalização mais rigorosa já começou na Secretaria de Infraestrutura. A ideia, segundo ele, é também cobrar responsabilidade de quem recebe obras, serviços e materiais, atestando o ato através de documento
Fonte: Assessoria da PGE